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Identificar vulnerabilidades é apenas parte do desafio, sendo a transformação dessa informação em decisões e medidas concretas um dos temas do IT Pulse Portugal 2026, que regressa a 17 e 19 de novembro
27/10/2026
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Depois de uma primeira sessão em Setúbal, o roadshow da ManageEngine regressa a 17 e 19 de novembro, em Aveiro e Braga, respetivamente, para abordar alguns dos desafios que marcam a gestão da cibersegurança nas organizações, desde a preparação para a NIS2 até à gestão proativa dos endpoint. Em entrevista à IT Security, José Fonseca, Technical Consultant Iberia da ManageEngine, explica que um dos objetivos da iniciativa é aproximar os responsáveis pelas decisões de investimento das equipas que asseguram a operação tecnológica. “Queremos criar um espaço onde diretores e gestores consigam discutir os seus desafios com uma perspetiva de negócio e perceber como podem traduzi-los em medidas técnicas concretas”, afirma. A preparação para a NIS2 vai estar em destaque, sobretudo pela necessidade de uma maior articulação entre a administração e as equipas técnicas. Como sublinha José Fonseca, “a conformidade exige procedimentos testados e evidência da aplicação dos controlos. As ferramentas apoiam esse trabalho, mas a responsabilidade de o organizar e acompanhar pertence à organização”. As próximas sessões vão contar com uma componente prática que “permite perceber como diferentes ferramentas e controlos podem trabalhar em conjunto”, através de exemplos de gestão de acessos privilegiados, resposta a incidentes e identificação e correção de vulnerabilidades nos endpoint. Para o Technical Consultant Iberia da ManageEngine, “a ligação entre tecnologia e processos” é o aspeto mais relevante, sendo a utilização de inteligência artificial para apoiar a análise de informação outro dos temas em discussão. A gestão de acessos privilegiados já tinha sido abordada na primeira sessão do IT Pulse Portugal 2026, realizada em Setúbal. Como destacou a IT Security na cobertura do evento, a autorização de um acesso não elimina os riscos associados à sua utilização. Além da troca de experiências com especialistas, o evento pretende ajudar os participantes a identificar melhorias concretas, sem necessariamente recorrer a novos investimentos. Como explica José Fonseca, “antes de acrescentar tecnologia, vale a pena perceber se há funcionalidades por utilizar, integrações por configurar ou processos que continuam a depender de tarefas manuais”. O objetivo passa também por definir prioridades e resultados mensuráveis, como a redução dos tempos de resposta e o reforço da capacidade de auditoria. “Gostaria que cada participante saísse do IT Pulse com uma decisão que consiga pôr em prática: uma prioridade revista, um processo a melhorar ou um controlo a implementar. Se essa decisão tiver um responsável e um resultado que possa ser medido, o evento terá contribuído para uma evolução concreta”, conclui José Fonseca, a propósito das próximas sessões do roadshow, agendadas para 17 de novembro, em Aveiro, e 19 de novembro, em Braga. Inscreva-se no IT Pulse Portugal 2026 Conteúdo co-produzido pela MediaNext e pela ManageEngine |