ITS Conf
Nuno Cordeiro, Workplace Services & Solutions Business Manager da HP, subiu ao palco da IT Security Conference 2025 com o tema “HP Workplace Security – Future of Work”, onde apresentou as soluções da empresa fabricante de PC para a segurança de endpoints e hardware
29/10/2025
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No palco da IT Security Conference 2025, Nuno Cordeiro, Workplace Services & Solutions Business Manager da HP, começou por destacar que atualmente as organizações continuam a sofrer ciberataques que não escolhem empresas e que “acontecem cada vez mais” através de endpoints, sublinhando que muitas vezes estes ataques começam pela “parte do erro humano”. Proteção além do hardwareO orador apresentou as diferentes áreas e vertentes em que o portfólio Wolf Security da HP atua, sendo que a sua vertente inicial é a vertente associada à proteção de hardware, “com algumas soluções ao nível do BIOS e a nível do Sure Run”, ou seja, vertentes de segurança dos próprios equipamentos. Ao nível da proteção de ameaças, Nuno Cordeiro nomeou as soluções de Next Generation Antivirus, tal como o Short Click Enterprise e o Wolf Pro Security, soluções zero tust que vão ao encontro da normativa europeia NIS2, “que está a ser muito requisitada no mercado”. A empresa também tem soluções de proteção de identidade e de proteção de informação, “isto sempre antes de qualquer ataque” e quando existe um ataque, a empresa também tem soluções “para resolver qualquer tipo de situações, na parte de investigação e resposta”. Segurança e a produtividadeDe acordo com estudos apresentados, 74% dos colaboradores considera que o seu local de trabalho não tem a tecnologia necessária para responder às necessidades da empresa, outros 47% referem que “não contactam com o departamento de IT quando têm problemas nos equipamentos ou até a nível de software”. No entanto, o orador acredita que o mais preocupante é que “34% dos colaboradores afirmam que estão com problemas por resolver com as equipas de service desk. E é muito preocupante porque se não conseguem resolver esses problemas, estão a comprometer todo o parque informático e o mesmo não se encontra atualizado e funcional”. Digital Employee ExperienceO Digital Employee Experience (DEX), apresentou o orador, é a interação que os colaboradores têm ao longo do dia com a tecnologia e os suportes de IT. Para Nuno Cordeiro, o DEX é composto por quatro pilares essenciais: a visibilidade, a remediação, a automação e a validação. A visibilidade refere-se à necessidade de o colaborador possuir uma visão completa e “holística de todo o parque informático e de todos os pontos de contacto” do mesmo. No domínio da remediação, destaca-se a capacidade de resolver problemas de forma rápida e em tempo real, enquanto a automação se foca na deteção de ameaças e falhas que “afetam realmente os utilizadores e os colaboradores”, procurando, através da inteligência artificial, “automatizar todos os processos necessários dentro da organização”. Por fim, a validação centrada no utilizador diz respeito à experiência que este tem com a tecnologia no seu quotidiano, indo além da simples infraestrutura, “porque um utilizador que não está satisfeito com a tecnologia com que trabalha, não vai produzir da mesma forma como um utilizador que está satisfeito com os equipamentos que tem”. Uma nova forma de trabalharPara combater os principais desafios de IT que as empresas enfrentam, a HP desenvolveu e lançou o Workforce Experience Platform (WXP), uma plataforma que transforma o IT das empresas num “motor estratégico dentro da organização”. Os principais benefícios passam por “transformar a experiência digital”, o que implica “analisar e adequar os equipamentos corretos para cada área ou para cada funcionário”. Assim, departamentos com maiores exigências de memória ou CPU podem receber equipamentos com “maior capacidade de performance”, enquanto outros utilizam dispositivos mais simples, reduzindo custos e otimizando recursos. Ao adotar um suporte “proativo e preditivo”, o IT “minimiza todo o suporte reativo” e resolve problemas antes que afetem os utilizadores. Nuno Cordeiro considera que “é essencial proteger os dispositivos e aplicações em todos os espaços de trabalho”, sobretudo num contexto de trabalho híbrido, garantindo “visibilidade da performance e atualização dos equipamentos”. Por fim, a criação de “um ecossistema escalável” e a automação dos processos ajudam a “retirar a carga das equipas de IT” e a melhorar a eficiência global. |