Analysis
Relatório indica que a exploração de ambientes cloud cresceu 95% no último ano e o número de casos a envolver cibercriminosos conscientes da cloud triplicou
06/03/2023
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A CrowdStrike lançou o seu Relatório Global de Ameaças referente a 2023 – e que é a nona edição anual. O relatório segue as atividades de mais de 200 adversários – incluindo 33 novos adversários identificados apenas no ano passado – e encontrou um aumento nas ameaças baseadas em identidade, explorações da cloud, espionagem por parte da China e ciberataques que exploram vulnerabilidades corrigidas anteriormente. Este relatório anual é criado pela equipa da CrowdStrike Intelligence, aproveitando dados de milhares de milhões de eventos diários da plataforma CrowdStrike Falcon e insights do CrowdStrike Falcon OverWatch. Entre os principais destaques do relatório deste ano estão:
“Os últimos 12 meses trouxeram uma combinação única de ameaças à vanguarda da segurança. Grupos fragmentados de eCrime ressurgiram com maior sofisticação, agentes de ameaças implacáveis contornaram vulnerabilidades corrigidas ou mitigadas, e as temidas ameaças do conflito Rússia-Ucrânia mascararam uma tração mais sinistra e bem-sucedida de um número crescente de adversários do nexo com a China”, explicou, em comunicado, Adam Meyers, head of intelligence da CrowdStrike. “Os agentes de ameaças de hoje são mais inteligentes, sofisticados e com mais recursos do que nunca na história da cibersegurança. Apenas ao entender os seus ofícios, técnicas e objetivos em rápida evolução – e adotando a tecnologia alimentada pela mais recente inteligência de ameaças – as empresas podem permanecer um passo à frente dos adversários cada vez mais implacáveis”. A CrowdStrike Intelligence adicionou 33 adversários seguidos recentemente, elevando o número total de adversários conhecidos rastreados para mais de 200. Mais de 20 das novas adições foram SPIDERS, a convenção de nomenclatura CrowdStrike para adversários de eCrime. Entre os recém-rastreados BEARs (adversários do nexo da Rússia), as operações de phishing de credenciais do GOSSAMER BEAR foram altamente ativas durante o primeiro ano do conflito Rússia-Ucrânia, visando laboratórios de pesquisa do governo, fornecedores militares, empresas de logística e organizações não governamentais (ONG). A CrowdStrike também apresentou seu primeiro adversário do nexo sírio, DEADEYE HAWK, que anteriormente era rastreado como o hacktivista DEADEYE JACKAL. |