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Check Point reforça aposta com três aquisições estratégicas

A Check Point apresentou uma estratégia de segurança centrada na IA e anunciou três aquisições. A empresa aposta numa plataforma unificada com foco na prevenção

16/02/2026

Check Point reforça aposta com três aquisições estratégicas

A Check Point Software Technologies anunciou uma estratégia de segurança assente em quatro pilares para responder aos desafios colocados pela crescente adoção de Inteligência Artificial (IA) nas organizações. Em paralelo, a empresa revelou a aquisição de três tecnológicas - Cyata, Cyclops e Rotate - com o objetivo de reforçar a sua plataforma.

Para reforçar esta estratégia, a Check Point anunciou três aquisições: a Cyata desenvolveu uma plataforma de gestão de identidade para agentes de IA, permitindo identificar agentes ativos, mapear permissões e aplicar políticas de Segurança automatizadas; a Cyclops disponibiliza uma solução de Cyber Asset Attack Surface Management, consolidando dados de diferentes ambientes para garantir visibilidade de ativos e priorização de risco; já a Rotate desenvolve uma plataforma dirigida a managed service providers, focada na proteção centralizada de forças de trabalho distribuídas e ambientes SaaS.

Segundo a Check Point, a rápida integração de ferramentas de IA em processos empresariais, desde produtividade individual a sistemas autónomos, está a alterar o perfil das ameaças e a ampliar a superfície de ataque. A resposta passa também por uma abordagem de plataforma unificada, orientada para a prevenção e concebida para proteger ambientes empresariais distribuídos.

A estratégia agora apresentada estrutura-se em quatro áreas. A Hybrid Mesh Network Security visa proteger organizações distribuídas em ambientes de cloud híbrida, data centers, redes de filiais e internet, através de uma arquitetura integrada suportada por IA.

A Workspace Security foca-se na proteção do espaço de trabalho digital, incluindo Endpoint, browsers, email, aplicações SaaS e plataformas de colaboração, onde a utilização de ferramentas de IA é crescente.

A terceira área, Exposure Management, pretende oferecer visibilidade consolidada sobre a superfície de ataque, permitindo priorizar riscos com base no contexto do negócio. Já o pilar AI Security dedica-se à proteção do ciclo de vida da adoção de IA, abrangendo a utilização por colaboradores, aplicações empresariais e agentes autónomos.

Estas capacidades são disponibilizadas através de um modelo de plataforma aberta, descrito pela empresa como “open garden”, que procura assegurar integração com ecossistemas multi-vendor e simplificar a gestão de segurança.


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